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		<title>Cotonicultura mineira deve crescer mais de 50% em 2019</title>
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		<pubDate>Tue, 06 Aug 2019 02:01:04 +0000</pubDate>
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<p>Os cotonicultores mineiros já têm um bom motivo para comemorar. É que a produção este ano deve ser 67,3% maior do que os números da safra passada. Isso deve colocar Minas Gerais no terceiro lugar do ranking dos maiores produtores brasileiros de algodão. A euforia dos produtores pode ser notada durante o dia de campo que a Associação Mineira dos Produtores de Algodão (AMIPA) promoveu no último dia 4 de julho, na fazenda experimental da entidade, localizada em Santana de Patos, distrito de Patos de Minas (MG). O evento atraiu quase 600 pessoas.</p>



<p>“A Embrapa e a AMIPA estão fortalecendo suas parcerias para desenvolver diversas tecnologias para a produção de algodão no Estado de Minas Gerais, principalmente na busca do controle biológico do bicudo do algodoeiro. O manejo dessa praga é, sem dúvida, o nosso maior desafio e os avanços que conseguirmos nesse objetivo serão uma imensa contribuição para a produção sustentável de algodão. Estamos muito felizes com a receptividade que nossa equipe está tendo por parte da AMIPA e dos cotonicultores mineiros”, declarou Liv Soares, Chefe Geral Interino da Embrapa Algodão, que esteve presente ao evento.&nbsp;</p>



<p>Os realizadores do dia de campo enfatizaram o aumento de produtividade e ampliaram a discussão sobre mercado para esse agronegócio. A participação da agricultura familiar do semiárido no Norte de Minas surge como nova estratégia do setor.&nbsp;</p>



<p>Durante o dia de campo foi apresentada ao público a marca comercial Trichogramma Amipa, que é um agente de controle biológico desenvolvido pela Fábrica de Produtos Biológicos (Biofábrica). O produto foi testado e aprimorado ao longo dos últimos anos nas propriedades dos associados com bastante sucesso e eficiência no controle de pragas da ordem lepidóptera nas culturas do algodão, soja, milho, ervilha, feijão e tomate.</p>



<p>“É gratificante ver aqui pessoas de São Paulo, Bahia, Goiás. Também pesquisadores da Embrapa de Campina Grande e Sete Lagoas. O intuito é esse, agregar, quanto mais pessoas tivermos aqui, mais conhecimento, mais troca de informações”, observou o presidente da AMIPA, Daniel Bruxel.</p>



<p>Minas deve ter nesta safra aumento de 67,3% e chegar a 73,2 mil toneladas colhidas de algodão em pluma, contra 43,7 mil toneladas na safra anterior, que foi maior 59,2% em relação à temporada 2016/17 que rendeu 27 mil toneladas, segundo dados da própria AMIPA.&nbsp;</p>



<p>O volume de área cultivada saltou de 25,23 mil/ha em 2017/18 para atuais 42,8 mil/ha, 69,6% a mais. A produtividade mineira com 285 arrobas por hectare também está acima da média nacional. “Os números desta safra fazem com que Minas alcance a terceira posição entre os estados maiores produtores de algodão no Brasil, atrás somente de Mato Grosso e Bahia”, salientou o diretor executivo da associação, Lício Pena.</p>



<p>Segundo Pena, das 73,2 mil toneladas de algodão em pluma estimadas para a safra 2018/2019, cerca de 20 mil toneladas estão contratadas com tradings e outras 52 mil toneladas serão destinadas ao mercado interno. A produção mineira já é exportada para 34 países.&nbsp;</p>



<p>Nelci Caixeta, da Cooperação Técnica Ásia/África e Oceania, órgão do Ministério das Relações Exteriores, destacou o papel que deverá ter o Centro de Difusão de Tecnologia do Algodoeiro de Catuti, localizado no Norte de Minas. “Essa iniciativa beneficiará o setor algodoeiro local e permitirá compartilhar experiências de desenvolvimento nessa área com 16 países da África, a exemplo do Benim, Burquina Faso, Burundi, Camarões, Costa do Marfim, Chade, Etiópia, Mali, Quênia, Tanzânia, Moçambique, Malaui, Togo, Senegal, Sudão e Zimbábue”, disse.</p>



<p>Ele lembrou ainda que os cotonicultores do Norte de Minas já puderam colaborar tecnicamente com uma centena de técnicos africanos nos últimos anos. “Esse centro terá uma área construída de 1.204 m², onde abrigará a usina beneficiadora de algodão, escritórios, salas de reuniões e de treinamentos, galpões para máquinas agrícolas e oficina mecânica. Há previsão de conclusão das obras em abril de 2020, cujo financiamento é garantido pela Agência Brasileira de Cooperação, do Ministério das Relações Exteriores”, disse Caixeta.</p>



<h2 class="wp-block-heading">Dia de Campo</h2>



<p>O Dia de Campo Amipa 2019 faz parte de um projeto desenvolvido pela entidade, denominado “Retomada do Algodão”, que desde 2014 tem trabalhado estrategicamente o fomento da cotonicultura em todas as regiões algodoeiras de forma focada nos benefícios agronômicos e econômicos, principalmente integrada ao sistema de rotação de culturas. <br>O evento se consolida como um dos maiores do gênero em Minas Gerais, impulsionado pela crescente produção do algodão no estado, apoio governamental e aumento na demanda da commodity tanto no mercado interno quanto nas exportações, isso também, aliado ao surgimento de novas tecnologias e qualidade da fibra produzida que melhora a cada ano. <br> <br>O evento neste ano teve a parceria do governo de Minas por intermédio da Secretaria de Estado da Agricultura, Pecuária e Abastecimento, do Proalminas e do Fundo de Desenvolvimento da Cotonicultura do Estado de Minas Gerais (Fundo Algominas). Contou ainda com o apoio institucional da Associação Brasileira dos Produtores de Algodão (Abrapa), Associação dos Produtores de Soja (Aprosoja-MG) e do Instituto Brasileiro do Algodão (IBA). Entre as empresas expositores estavam Basf, Bayer, CiaSeeds, FMC, Ihara, Instituto Matogrossense do Algodão (IMAmt), J&amp;H, Laboratório Farroupilha/Lallemand, Nufarm, Syngenta e TMG. Autus, Ditrasa, Maqnelson/John Deere, Moraes, Stara e Uniparts. </p>



<p>Fonte: www.grupocultivar.com.br</p>
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		<title>Registro de fertilizante ganha agilidade</title>
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		<pubDate>Tue, 06 Aug 2019 01:57:20 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[<p>O Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento (MAPA) divulgou que a partir de 26 de julho fertilizantes, corretivos e substratos para plantas podem ter registro automático – a funcionalidade já disponível no Sistema Integrado de Produtos e Estabelecimentos Agropecuários (Sipeagro). Essa alteração, na visão do gerente de marketing da Microquimica Tradecorp, Anderson Nora Ribeiro, vai &#8230; </p>
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<p>O Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento (MAPA) divulgou que a partir de 26 de julho fertilizantes, corretivos e substratos para plantas podem ter registro automático – a funcionalidade já disponível no Sistema Integrado de Produtos e Estabelecimentos Agropecuários (Sipeagro).<br></p>



<p>Essa alteração, na visão do gerente de marketing da Microquimica Tradecorp, Anderson Nora Ribeiro, vai acelerar o processo de deferimento sem deixar de lado as obrigações legais. “Hoje submetemos ao unidade técnica do MAPA em Campinas, que avalia aprova e envia a Chefia/SEFIA-SP, em São Paulo, que assina e retorna a empresa. Isso podia demorar até quatro meses”.</p>



<p>Para ele, o avanço é positivo para todo setor de fertilizantes. “Essa melhoria agiliza nossa etapa final do desenvolvimento de novos produtos, no momento de maior expectativa para colocar o material à venda, à disposição dos nossos clientes”.</p>



<p>Na Microquimica Tradecorp, todos os produtos chegam ao consumidor depois de muitos estudos, pesquisas e com a garantia de que estejam regulamentados. “O nosso controle é rígido para que a composição e parâmetros estejam totalmente em acordo com os padrões vigentes, exigidos pelo MAPA”, ressalta o gerente, que reforça que “o compromisso da empresa é zelar pelo campo, por isso é essencial oferecer produtos com total confiança e que atendam às necessidades reais do produtor”.</p>



<p>O Ministério informou, ainda, que inoculantes, biofertilizantes e remineralizadores não entram nesse registro de deferimento automático, pois possuem particularidades que, no momento, não puderam ser atendidas pela nova sistemática.</p>



<p>Fonte: www.grupocultivar.com.br</p>
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		<title>Exportação de milho do Brasil tem máxima histórica em julho, aponta governo</title>
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		<pubDate>Tue, 06 Aug 2019 01:45:00 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[<p>SÃO PAULO &#8211; A exportação de milho do Brasil atingiu uma máxima histórica mensal em julho, de 6,317 milhões de toneladas, mostraram nesta quinta-feira dados da Secretaria de Comércio Exterior (Secex). Segundo informações da Secex compiladas pela Reuters, o recorde anterior havia sido registrado em dezembro de 2015, quando as exportações mensais tinham somado 6,268 &#8230; </p>
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<p>SÃO PAULO &#8211; A exportação de milho do Brasil atingiu uma máxima histórica mensal em julho, de 6,317 milhões de toneladas, mostraram nesta quinta-feira dados da Secretaria de Comércio Exterior (Secex).</p>



<p>Segundo informações da Secex compiladas pela Reuters, o recorde anterior havia sido registrado em dezembro de 2015, quando as exportações mensais tinham somado 6,268 milhões de toneladas de milho.</p>



<p>Com uma safra recorde, o Brasil deverá exportar volumes recorde em 2019. Na véspera, a consultoria Datagro estimou as exportações neste ano em 40 milhões de toneladas, ante 25 milhões em 2018.</p>



<p>Fonte: www.dci.com.br</p>
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		<title>Rentabilidade das exportações brasileiras</title>
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		<pubDate>Tue, 06 Aug 2019 01:41:14 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[<p>A rentabilidade média das exportações brasileiras avançou 12,3% em 2018 na comparação com o ano anterior. O crescimento ocorreu depois de dois anos em que as vendas externas haviam ficado menos rentáveis. Em 2016, o índice de rentabilidade das exportações totais caiu 8,2% e, no ano seguinte, 1,2%, com queda acumulada de 9,3% no biênio. &#8230; </p>
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<p>A rentabilidade média das exportações brasileiras avançou 12,3% em 2018 na comparação com o ano anterior. O crescimento ocorreu depois de dois anos em que as vendas externas haviam ficado menos rentáveis. Em 2016, o índice de rentabilidade das exportações totais caiu 8,2% e, no ano seguinte, 1,2%, com queda acumulada de 9,3% no biênio. Em 2019, segundo analistas, a alta do ano passado não deve se repetir.</p>



<p><strong>Câmbio nominal&nbsp;</strong>– O componente que mais contribuiu para o ganho de rentabilidade em 2018 foi a desvalorização de 14,5% da taxa de câmbio nominal. O fator de rentabilidade, que é a razão entre os índices de preços das exportações e o dos custos de produção, registrou queda de 1,8% no ano passado. Isso aconteceu porque a alta de 7,1% do índice de custos de produção em 2018 superou o crescimento de 5,1% do preço médio das exportações. Os cálculos são da Fundação Centro de Estudos do Comércio Exterior (Funcex).</p>



<p><strong>Recuperação importante&nbsp;</strong>– José Augusto de Castro, presidente da Associação de Comércio Exterior do Brasil (AEB), diz que trata-se de uma recuperação de rentabilidade importante, mas dada conjunturalmente, como resultado da desvalorização da moeda nacional. “Não é um ganho de rentabilidade programado, resultante de alguma política voltada à exportação”, diz ele. Para 2019, a perspectiva é de que o câmbio não contribua da mesma forma para a rentabilidade do exportador, avalia Castro.</p>



<p><strong>Expectativa</strong>&nbsp;– “Neste momento, o que se espera é que a taxa média de câmbio do ano fique próxima ao nível que está atualmente. Ainda há uma perspectiva de leve valorização do real com a aprovação da reforma previdenciária, embora o andamento do conflito entre China e Estados Unidos seja um fator que pode provocar maiores oscilações no câmbio”, diz Castro. No mais recente boletim Focus do Banco Central (BC), divulgado ontem, o consenso dos analistas projeta um dólar cotado a R$ 3,70 ao fim de 2019.</p>



<p><strong>Queda</strong>&nbsp;– Welber Barral, ex-secretário de comércio exterior e sócio da Barral M Jorge Consultores Associados, diz que para este ano a perspectiva é de queda de rentabilidade, com o valor da exportação total estável em relação a 2018, embora com queda de preços em commodities importantes, como a soja. No ano passado, lembra ele, a campanha eleitoral para presidente da República contribuiu para uma forte desvalorização cambial, o que aumentou a lucratividade para o exportador. “Mas ao fim do ano passado houve uma revalorização do real, com maior equilíbrio, voltando quase ao patamar anterior de preço do dólar.”</p>



<p><strong>Efeitos</strong>&nbsp;– Castro explica que a desvalorização do real tem dois efeitos para o exportador. Ao mesmo tempo em que favorece maior rentabilidade nos embarques, também pressiona custos de produção por meio de insumos importados, o que certamente aconteceu no ano passado, avalia ele. O aumento do custo de produção tira rentabilidade e no ano passado isso só foi compensado em produtos e segmentos que tiveram elevação maior de preços.</p>



<p><strong>Seções</strong>&nbsp;– Considerando a divisão por seções, no ano passado o índice de rentabilidade cresceu tanto para as atividades não industriais como para a indústria não extrativa e para a indústria de transformação, destaca a Funcex. A maior expansão, porém, concentrou-se na indústria extrativa, segundo o boletim.</p>



<p><strong>Cenário internacional&nbsp;</strong>– Para este ano, além do câmbio, o que será determinante para a rentabilidade do exportador, diz Barral, é o cenário internacional, que está “pouco demandante”. “O comércio mundial tem crescido em ritmo menor do que o PIB, ao contrário do que aconteceu em décadas passadas. Por isso, o cenário não é propício para novos mercados”, afirma ele.</p>



<p><strong>China</strong>&nbsp;– A China, maior parceiro comercial do Brasil, salienta Castro, anunciou meta de crescimento do Produto Interno Bruto (PIB) entre 6% e 6,5% para 2019, o que significa desaceleração em relação ao avanço de 6,6% no ano passado. Como a China tem papel importante no comércio internacional, isso indica que a demanda externa provavelmente não vai absorver eventual elevação de custo de produção na produção de produtos destinados à exportação, explica ele.</p>



<p><strong>Atividade&nbsp;</strong>– Na desagregação por atividade, a Funcex mostra que o índice de rentabilidade cresceu em 25 dos 29 setores pesquisados. Entre os setores de maior avanço no índice, estão o de extração de petróleo e gás natural, com alta de 45,3%, de celulose, papel e produtos de papel, com avanço de 24,8%, e de metalurgia, com ganho de 19,2%. A perda de rentabilidade ficou para as atividades de couros, artefatos de couro e calçados (-4,5%), impressão e reprodução de gravações (-11,8%, produtos farmoquímicos e farmacêuticos (-3,4%) e outros equipamentos de transporte, exceto veículos automotores (-11,3%). (<em>Valor Econômico</em>)</p>
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		<title>Suíça aprova fim da dupla tributação de renda</title>
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		<pubDate>Tue, 06 Aug 2019 01:31:54 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[<p>Os parlamentares da Suíça aprovaram nesta terça-feira (6) o fim da dupla tributação (bitributação) de renda com o Brasil. Após anos de negociações entre os dois países, espera-se que a ação estimule mais negócios bilaterais. Por conta de o Brasil não aplicar imposto sobre a fortuna, o acordo negociado entre com a Suíça apenas cobre &#8230; </p>
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<p>Os parlamentares da Suíça aprovaram nesta terça-feira (6) o fim da dupla tributação (bitributação) de renda com o Brasil. Após anos de negociações entre os dois países, espera-se que a ação estimule mais negócios bilaterais. Por conta de o Brasil não aplicar imposto sobre a fortuna, o acordo negociado entre com a Suíça apenas cobre o imposto sobre a renda.<br>
Contudo, o governo suíço diz que pode cobrar imposto sobre a fortuna também, segundo seu direito interno. Para o acordo entrar em vigor, os parlamentares brasileiros devem aprovar o entendimento com os suíços. As informações são do “Valor Econômico”.<br>
O acordo O acordo introduz limites às competências tributárias dos países, com objetivo de eliminar ou minimizar as possibilidades de bitributação da renda. O acordo incorpora os padrões mínimos do Projeto sobre a Erosão da Base Tributária e Transferência de Lucros (Projeto BEPS) da Organização para Cooperação e Desenvolvimento Econômico (OCDE), além de outras recomendações relevantes do projeto. Em suma, os objetivos traçados pelas nações com a convenção são: estimular os fluxos de investimentos produtivos recíprocos entre os países; fortalecer as relações comerciais bilaterais; combater o planejamento tributário e as possibilidades de uso abusivo do tratado. O fim da dupla tributação poderá alavancar o movimento de internacionalização das empresas brasileiras. Em adendo, também poderá fortalecer os investimentos suíços no Brasil, conforme o “Valor Econômico”. Saiba mais – Há menos bilionários em 2019 do que em 2018, aponta Forbes Negociações As negociações entre os dois países intensificaram-se após o Brasil incluir, em 2010, a Suíça em uma lista nacional de países com baixa imposição. Depois de muitas discussões, o Brasil aceitou retirar a Suíça de tal lista, em 2014. No mesmo período, eclodiram denúncias contra brasileiros titulares de contas em bancos na Suíça. Em paralelo à negociação para o fim da dupla tributação sobre a renda, os dois países assinaram, em 2015, um acordo para evitar a elisão fiscal. Em 2016, um novo acordo foi assinado. Desta vez, o acordo que permitia a troca automática de informações fiscais. Assim, foi liberada a revelação das contas da população brasileira ou suíça, nos respectivos bancos nacionais.</p>
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